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Bebidas zero ou com açúcar: entenda os impactos para a saúde

Na hora de escolher uma bebida, a versão zero costuma aparecer como alternativa para quem deseja reduzir o consumo de açúcar e calorias. Em termos nutricionais, a substituição pode, de fato, representar uma redução importante na ingestão desses nutrientes, mas isso não significa que a bebida zero seja automaticamente saudável.

O Ministério da Saúde recomenda evitar o consumo de bebidas adoçadas, como refrigerantes, sucos industrializados e refrescos, e priorizar água e outras bebidas sem adição de açúcar. O Guia Alimentar para a População Brasileira também orienta que alimentos in natura ou minimamente processados sejam a base da alimentação.

Para a nutricionista Stephany Rangel, da Hapvida, a principal vantagem das bebidas zero está justamente na redução do açúcar e das calorias. “Esse benefício é relevante porque bebidas açucaradas fornecem uma quantidade grande de açúcar sem oferecer nutrientes relevantes. Mas zero não significa saudável. A bebida continua sendo ultraprocessada e pode conter aditivos”, explica.

A troca pode ser uma estratégia especialmente para quem está acostumado a consumir refrigerantes ou outros alimentos açucarados diariamente. Segundo Stephany, a substituição pode ajudar pessoas que desejam reduzir calorias, mas têm dificuldade de retirar imediatamente esse tipo de bebida da rotina.

“Nesse contexto, a troca pode funcionar como estratégia de redução de danos. A substituição pode ser útil para quem consome bebidas açucaradas todos os dias e deseja fazer uma transição gradual para opções menos doces e mais saudáveis”, afirma a especialista.

A nutricionista ressalta, porém, que a mudança não deve significar a manutenção do hábito de consumir bebidas muito doces. “Trocar a bebida comum por zero pode reduzir o açúcar, mas não resolve o hábito de consumir bebidas muito doces. A recomendação é utilizar a substituição como uma etapa de transição e redução de danos, e não como uma justificativa para consumir essas bebidas continuamente.”

O consumo frequente de bebidas açucaradas está associado a problemas como ganho de peso e obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e cáries. Por isso, mais importante do que apenas trocar uma versão por outra é reduzir gradualmente a preferência pelo sabor excessivamente doce.

Sobre os adoçantes, a especialista destaca que a discussão deve ir além da quantidade de calorias. “A preocupação, na verdade, é pensar qual é o benefício de consumir adoçantes continuamente. Não há benefício comprovado do uso de adoçantes para controle de peso a longo prazo. Então, ele deve ser visto como uma ajuda para a diminuição do consumo de açúcar, mas não como algo benéfico para a saúde.”

Na prática, quais bebidas priorizar?

A água deve continuar sendo a principal bebida do dia. Para quem sente falta de gás ou sabor, existem alternativas simples que podem ajudar na transição.

“Além da água, a água com gás ajuda bastante quem tem o hábito de consumir bebidas gaseificadas e adoçadas. Também é possível utilizar água aromatizada naturalmente como frutas, ervas ou especiarias e chás sem açúcar”, orienta a nutricionista.

Os sucos também exigem atenção. Um suco 100% de fruta pode oferecer vitaminas, minerais e compostos bioativos que não estão presentes em um refrigerante zero, mas não deve ser considerado equivalente à fruta inteira nem consumido livremente como fonte de hidratação.

“Um pequeno copo de suco, dentro de uma alimentação adequada, pode fornecer nutrientes, mas não deve ser encarado como equivalente à fruta inteira nem como bebida de hidratação livre. É sempre importante dar preferência aos alimentos mais naturais”, explica Stephany.

O que observar no rótulo das bebidas zero:

“Zero açúcar” não significa necessariamente zero calorias;
Verificar quais adoçantes foram utilizados;
Observar a lista completa de ingredientes;
Avaliar a presença de outros aditivos;
Não considerar a bebida zero automaticamente uma opção saudável por ter menos açúcar;
Priorizar água e bebidas sem adição de açúcar no dia a dia.

A recomendação, portanto, não é simplesmente trocar uma bebida açucarada por uma versão zero e manter o consumo. Para quem bebe refrigerante diariamente, uma redução gradual pode ser mais realista e sustentável.

Caso ainda exista dificuldade para abandonar o refrigerante, a versão zero pode funcionar como uma etapa intermediária.

*Sobre a Hapvida *

Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil. 

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial, além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico.

Mulheres vão quase duas vezes mais ao médico que homens no Rio de Janeiro

As mulheres procuram a rede de saúde quase duas vezes mais que os homens para consultas eletivas no Rio. Levantamento da Hapvida, realizado entre outubro de 2025 e setembro deste ano, com mais de 515 mil atendimentos, mostra que elas respondem por 64,24% das consultas agendadas, enquanto os homens representam 35,75%. A diferença começa a se acentuar a partir dos 19 anos.

De acordo com os números, quase dois terços dos atendimentos foram realizados por mulheres. 331,3 mil atendimentos femininos (64,24%) contra apenas 184,3 mil masculinos (35,75%). A diferença representa um volume de 147 mil atendimentos a mais para elas, estabelecendo uma proporção prática de 1,8 atendimento feminino para cada consulta realizada por um homem.

Os dados também revelam que a maior concentração de buscas por consultas está na população adulta, com a faixa de 30 a 59 anos, reunindo 56,09% do total de procedimentos. No ranking de especialidades mais procuradas, a ginecologia clínica liderou com 65.652 atendimentos, seguida por Ortopedia e Traumatologia (57.303), Cardiologia (56.701), Clínica Geral (52.989) e Pediatria (52.986). A Urologia, principal especialidade focada na saúde preventiva masculina, somou apenas 24.533 atendimentos no período.

Ruptura aos 19 Anos e prevenção
Um dos pontos mais críticos evidenciados pelo estudo é o afastamento masculino dos consultórios a partir dos 19 anos. A explicação pode estar com a chegada da maioridade. Os pais e responsáveis possuem essa função durante a infância e na adolescência, eles percebem os sintomas, marcam as consultas e acompanham os exames. Ao atingir a idade adulta, essa estrutura protetora se dissolve, exigindo uma autonomia para a qual muitos homens não foram completamente educados.

Desafio da saúde masculina
Para entender por que os homens adiam a ida ao médico, o levantamento destaca uma combinação de fatores culturais, psicológicos e estruturais:

• A cultura do “quem procura, acha”: Adiar exames de rotina funciona como uma tentativa de preservar uma falsa sensação de controle ou evitar possíveis diagnósticos.
• Conflito com a rotina de trabalho: O papel social do homem como “provedor” cria uma barreira concreta em relação ao horário comercial dos atendimentos eletivos.
• Falta de habituação na juventude: O homem atravessa a juventude sem uma especialidade médica de referência, o que dificulta a criação de um hábito preventivo na vida adulta.
• Barreiras na Saúde Mental: O sofrimento emocional masculino costuma ser negligenciado ou mascarado na forma de irritabilidade, isolamento e estresse.

“Na infância e na adolescência, boa parte do cuidado ainda é organizado pela família. Quando se entra na vida adulta, essa estrutura vai diminuindo e ele precisa assumir sozinho uma responsabilidade que talvez nunca tenha aprendido de fato. Ele ganha independência, mas isso não necessariamente vem acompanhado de uma relação mais madura e atenta com o autocuidado”, avalia a psicóloga da Hapvida, Lua Helena.

A profissional explica ainda que a resistência dos homens em realizar exames de rotina também está relacionada ao receio de descobrir um problema de saúde e precisar mudar a própria rotina. Para muitos, adiar a consulta ou o exame acaba sendo uma forma de evitar esse confronto. “Enquanto não faço o exame, ainda consigo imaginar que está tudo bem. Um resultado pode significar tratamento, mudança de hábito, gasto, preocupação e uma alteração concreta na vida que estava funcionando até ali. O problema é que, na saúde, esperar o corpo obrigar você a parar costuma ser justamente o contrário da prevenção”, revela.

Outro fator importante que contribui para o número reduzido do comportamento masculino diante dos cuidados com a saúde também é a busca de maneira tardia dos serviços médicos. Segundo o urologista Eduardo Velasquez, mudar essa cultura passa por combater a ideia de que procurar ajuda médica é sinal de fragilidade.

“Infelizmente o homem ainda tem a tendência de procurar o médico apenas quando o sintoma se torna incapacitante. Precisamos desmistificar a ida aos serviços de saúde e romper com o estigma de que cuidar da saúde afeta a masculinidade. O diagnóstico precoce é o fator decisivo para o sucesso do tratamento de diversas patologias. Cuidar de si é um ato de maturidade, responsabilidade e amor com a própria família”, esclarece o especialista.

Prevenção desde a juventude feminina
Já na avaliação do ginecologista Clayton Fortunato Filho, a diferença na frequência de atendimento os dois gêneros também podem ser explicados pela forma como o cuidado com a saúde é incorporado desde a juventude feminina. No caso delas, a rotina de acompanhamento médico tende a começar mais cedo e se manter ao longo da vida.

“A mulher constrói a cultura da prevenção desde a juventude. O acompanhamento ginecológico regular começa cedo e se consolida como uma rotina ao longo de todas as fases da vida adulta. Essa proximidade habitual com o sistema de saúde não apenas previne doenças complexas, mas também fortalece o autocuidado e a percepção precoce dos sinais do próprio corpo”, explica.

Os especialistas ressaltam ainda que culpar individualmente o homem não resolve o problema. A solução exige uma mudança estrutural no sistema de saúde e nas empresas, com horários flexíveis e programas de saúde do trabalhador. Para familiares e parceiros (as), a orientação é ajudar a viabilizar o primeiro passo sem assumir a responsabilidade permanente por outro adulto: apoiar é facilitar o caminho, mas a autonomia do cuidado precisa ser do próprio indivíduo.

Sobre a Hapvida
Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial, além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico.

SUS vai ofertar canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade

Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, serão distribuídos via Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade. A oferta, de acordo com o Ministério da Saúde, será feita com base em estudos e na definição de um protocolo clínico.

Em nota, a pasta avaliou como positivos os primeiros resultados observados em pacientes com obesidade do Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, selecionados desde junho para fazer uso da semaglutida, um dos princípios ativos das canetas emagrecedoras.

“O objetivo é garantir maior segurança aos participantes [do estudo] e estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo por médicos especialistas da unidade. Ao todo, serão acompanhados 250 pacientes do SUS atendidos pelo hospital com obesidade grave ou associada a outras morbidades”, informou o ministério.

Dentre as situações avaliadas pelo estudo estão pacientes na fila para cirurgia bariátrica. A proposta é entender se o uso da medicação é capaz de controlar o quadro de obesidade de forma que a cirurgia não se faça mais necessária. Outras questões analisadas são a redução de problemas cardíacos e de reincidência de câncer de mama.

Secretaria de Saúde divulga cartilha com orientações para proteção dos efeitos do El Niño

A próxima temporada de primavera-verão será marcada por um El Niño forte, com períodos de calor intenso intercalados com tempestades no Estado do Rio. Para esse período, a Secretaria de Estado de Saúde elaborou uma cartilha com orientações para ajudar a população a se proteger dos impactos do fenômeno.

O material reúne recomendações para reduzir os riscos à saúde durante os períodos de calor intenso e de chuvas fortes. As orientações consideram também o monitoramento realizado pela Saúde estadual há cerca de dois anos, por meio do Centro de Inteligência em Saúde. Idosos, crianças e pessoas acamadas estão entre os grupos que exigem maior atenção, já que estudos apontam aumento da mortalidade durante períodos de calor excessivo.

Para os idosos, a cartilha orienta manter os ambientes arejados e, sempre que possível, criar abrigos térmicos em casa, com ar-condicionado ou ventilador. Como a sensação de sede diminui com a idade, é importante beber água regularmente, mesmo sem sentir sede. Para quem mora sozinho, familiares devem reforçar o contato, com visitas ou ligações diárias. Também é recomendado o uso de repelente, inseticida ou telas nas janelas para evitar mosquitos.

Trabalhadores expostos a altas temperaturas, como ambulantes, profissionais que atuam nas ruas e aqueles que trabalham próximos a fornos ou em confecções têxteis, devem beber água constantemente e evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h.

Para as chuvas, o cuidado é antes, durante e depois

Além dos cuidados relacionados ao calor, a cartilha reúne orientações para os períodos de chuva intensa, com recomendações que devem ser adotadas antes, durante e após os temporais.

Antes de períodos de chuva forte, é importante acompanhar a previsão do tempo e as orientações da Defesa Civil. Quem vive em áreas de risco deve conhecer as rotas de fuga. Também é recomendado manter ralos, calhas e terrenos limpos; eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti; guardar documentos e medicamentos em local protegido da umidade; e manter a vacinação em dia, especialmente contra o tétano.

Durante a chuva, é preciso ficar atento a sirenes, alertas e sinais de deslizamento, como estalos, rachaduras e inclinação de árvores e postes. Em caso de risco, a orientação é deixar o local e procurar um lugar seguro. A população também deve desligar a energia elétrica e nunca entrar em contato com água ou lama de enchentes.

Após as chuvas, na limpeza dos locais afetados, devem ser utilizadas botas de borracha, luvas, máscara e roupas compridas, com atenção para animais peçonhentos. A casa deve ser ventilada, com gás e energia desligados. A lama deve ser retirada ainda úmida, seguida de lavagem com água e sabão e desinfecção com 1 copo (200 ml) de água sanitária para 10 litros de água.

Alimentos atingidos pela enchente e materiais porosos, como colchões, sofás e tapetes, devem ser descartados. Em caso de ferimentos, é recomendado lavar o local com antisséptico e procurar atendimento de saúde se houver febre, diarreia ou dores.

Reservatórios de água devem permanecer tampados e os cuidados contra o Aedes aegypti devem ser reforçados.

Testes clínicos fase 1 da polilaminina começam este mês

 A primeira fase dos estudos clínicos com a polilaminina será iniciada no dia 24 deste mês, de acordo com a farmacêutica Cristália, que desenvolve o medicamento em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A substância tem potencial de ajudar pessoas com lesão na medula a recuperarem seus movimentos. 

A partir desta data, os pesquisadores vão recrutar cinco pacientes voluntários, de 18 a 72 anos, para receber a polilaminina, com o objetivo de comprovar que ela é segura para humanos e não oferece mais danos do que benefícios. Somente em fases posteriores será testada a eficácia do medicamento. 

Conforme autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os pacientes devem apresentar lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10, após sofrer algum trauma. Também é preciso que o ferimento tenha ocorrido há menos de 72 horas, e que esses pacientes tenham indicação de cirurgia para descompressão medular.

Eles serão atendidos no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com equipes cirúrgicas treinadas para a aplicação da substância diretamente na medula durante a cirurgia. Depois do procedimento, eles passarão por reabilitação na AACD, e serão acompanhados pela equipe de pesquisa por seis meses. 

O que é a polilaminina

A polilaminina é uma substância desenvolvida em laboratório a partir da laminina, uma proteína encontrada naturalmente no corpo humano. Ela foi descoberta pela professora e pesquisadora da UFRJ Tatiana Sampaio, que investiga seu potencial há mais de 20 anos. 

No sistema nervoso, a laminina atua como base para a movimentação dos axônios, partes dos neurônios responsáveis pela transmissão de sinais elétricos e químicos. Por isso, acredita-se que a polilaminina pode reestabelecer a conexão interrompida quando há lesão na medula. 

Depois de obter resultados positivos em ratos, os pesquisadores realizaram um estudo-piloto, entre os anos de 2016 e 2021, aplicando a substância em oito pessoas que também passaram por cirurgia de descompressão. 

Três faleceram em decorrência das lesões, mas os cinco que se recuperaram apresentaram algum ganho motor. No entanto, ainda não é possível afirmar que isso é resultado direto da polilaminina, por isso, a substância ainda precisa ser testada em ensaios clínicos controlados.

No entanto, a divulgação dos resultados preliminares gerou grande comoção, e dezenas de pessoas receberam autorização para usar a substância de forma compassiva, uma licença especial concedida pela Anvisa para o uso de substâncias experimentais, em casos de grande gravidade. 

Como essas aplicações não foram realizadas sob protocolo científico, não é possível atestar se a polilaminina funcionou ou não.

O vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação do Cristália Rogério Almeida, garantiu que o laboratório está comprometido com a ciência, as boas práticas clínicas e o rigor regulatório. 

“Trabalhamos em total alinhamento com a Anvisa e com todos os parceiros envolvidos, sempre com o mesmo objetivo: proteger os pacientes e gerar evidências científicas robustas de segurança e eficácia. Nosso foco agora é conduzir o estudo clínico com a máxima qualidade e no menor prazo possível”, acrescentou. 

Se a substância for bem sucedida na fase 1, a equipe poderá pedir autorização à Anvisa para dar seguimento aos testes em humanos. Nas fases 2 e 3, o número de participantes aumenta e pesquisadores podem avaliar se a substância realmente funciona e produz resultados superiores aos tratamentos disponíveis atualmente.

Somente após a conclusão de todas as fases de testes, é que o medicamento pode ser registrado e disponibilizado para a população. 

Destaques da Semana: Notícias que Você Precisa Ler

Este parágrafo serve como uma introdução ao seu post no blog. Comece discutindo o tema principal ou o tópico que você planeja abordar, garantindo que ele capte o interesse do leitor desde a primeira frase. Forneça uma visão geral que destaque por que esse tema é importante e como ele pode agregar valor. Use este espaço para definir o tom do restante do artigo e preparar os leitores para a jornada que está por vir. Mantenha a linguagem acessível, mas informativa, para criar uma conexão sólida.

Às vezes, os momentos mais simples contêm a sabedoria mais profunda. Deixe seus pensamentos se acalmarem, e a clareza virá até você. Use este espaço de citação para compartilhar algo inspirador ou reflexivo, perfeitamente alinhado com o tema do seu artigo.

Este parágrafo aprofunda o tema apresentado anteriormente, expandindo a ideia principal com exemplos, análises ou contexto adicional. Use esta seção para desenvolver pontos específicos e certifique-se de que cada frase se baseie na anterior para manter um fluxo coeso. Você pode incluir dados, anedotas ou opiniões de especialistas para reforçar seus argumentos. Mantenha a linguagem concisa, mas suficientemente descritiva para manter os leitores interessados. É aqui que a essência do seu artigo começa a tomar forma.

Conforme avança para o meio do artigo, este parágrafo oferece a oportunidade de conectar as ideias anteriores com novas perspectivas. Use este espaço para apresentar perspectivas alternativas ou abordar possíveis perguntas que os leitores possam ter. Encontre um equilíbrio entre profundidade e facilidade de leitura, garantindo que a informação seja compreensível. Esta seção também pode servir como uma transição para os pontos de conclusão, mantendo o impulso enquanto conduz a discussão para seus estágios finais.

Conclusão com pontos principais

Neste parágrafo de conclusão, resuma os pontos principais do seu artigo, reforçando as ideias mais importantes discutidas. Incentive os leitores a refletir sobre os conhecimentos compartilhados ou ofereça conselhos práticos que eles possam aplicar em suas próprias vidas. Esta é a sua chance de deixar uma impressão duradoura, então certifique-se de que seus pensamentos finais sejam impactantes e memoráveis. Uma conclusão sólida não apenas une o artigo, mas também inspira os leitores a se envolverem ainda mais.

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Conclusão com pontos principais

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